Cissé chega a acordo com Newcastle e volta a treinar na sexta-feira

0
116

O senegalês Papiss Cissé e o Newcastle chegaram a um acordo a respeito da nova camisa do clube, e o jogador volta aos treinos na próxima segunda-feira.

LEIA MAIS: Chelsea mantém tradição recente de preto no terceiro uniforme

Cissé havia se recusado a usar o uniforme do clube com o patrocínio do banco Wonga por motivos religiosos, já que o islamismo não permite que as pessoas lucrem com juros sobre empréstimos.

[[galeria]]

Segundo o Daily Telegraph, as imagens de Cissé em um casino, publicadas no começo da semana, colocaram em dúvida o seu comprometimento com a religião muçulmana, e ele aceitou usar a camiseta após uma reunião com a Associação de Jogadores Profissionais e líderes muçulmanos da cidade.

Desde a reapresentação do clube para a próxima temporada, o jogador vinha treinando separado do resto do elenco e não viajou para Portugal para amistosos de pré-temporada.

{Para comprar uniformes de clubes estrangeiros, clique aqui}

Embora tenha usado uniformes com o patrocínio da Nothern Rock e da Virgin Money, outras instituições financeiras, Cissé não quis endossar o banco Wonga e recebeu até ameaças racistas por isso.

Outros muçulmanos do elenco como Hatem Ben Arfa não apresentaram objeções.

Ele chegou ao Newcastle em janeiro do ano passado por R$ 30 milhões e já marcou 26 vezes.

Há um precedente para a situação de Cissé. Em 2007, Frederick Kanouté também se recusou a vestir a camisa do Sevilla com o patrocínio de uma empresa de apostas, outra prática condenada pelo islã. O clube permitiu que ele usasse um uniforme sem o logotipo da marca.