Para combater pé "congelado", Rivelino diz que tomou conhaque contra Arsenal

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Bruno Bonsanti
Direto de São Paulo

Há 48 anos, as chuteiras não tinham as tecnologias de hoje em dia. Se chovesse, elas ficavam pesadas, e se fizesse frio, muito frio, os jogadores também sofriam. Em 1965, Roberto Rivelino jogou pelo Corinthians em Londres representando a seleção brasileira em um amistoso contra o Arsenal e precisou apelar para um bom conhaque para se esquentar.

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Rivelino contou essa história nesta quinta-feira durante a apresentação da terceira camisa do clube de Parque São Jorge em uma loja da Nike na zona oeste de São Paulo. O uniforme azul homenageia o jogador e essa partida vencida pelo clube inglês por 2 a 0.

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"Meu pé congelou. O treinador era o Osvaldo Brandão. Ele falou para eu tomar conhaque", contou, arrancando risos da imprensa e de sócios-torcedores que estavam presentes no evento, que teve a presença do presidente Mário Gobbi e dos jogadores Alexandre Pato e Romarinho.

A artimanha, porém, não funcionou. "Não esquentei e nem fiquei bêbado", completou o ex-jogador que atuou 471 vezes pelo Corinthians de 1965 a 1974.

A nova camisa segue uma tradição recente do Corinthians de apostar em cores inusitadas, como o vinho e o roxo. Ela tem detalhes que exaltam a tradição do Corinthians, como a manga nas cores preta e branca e um selo na região da etiqueta com a inscrição És do Brasil o clube mais brasileiro, trecho do hino do clube.