Palmeiras completa 20 anos do fim da fila; relembre o uniforme de 1993

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O dia 12 de junho, além de dia dos namorados, é também o dia da libertação do Palmeiras. Após 16 anos de amarguras, decepções e humilhações, a equipe montada pela Parmalat e comandada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo quebrou o maior jejum de títulos da história do clube com a conquista do Campeonato Paulista.

Aquela equipe utilizava um dos uniformes que o palmeirense mais se lembra. A camisa verde com pequenas listras brancas e o símbolo retangular da Parmalat na altura da barriga, com shorts e meias brancas.

O uniforme do goleiro Sérgio, que defendeu uma falta cobrada por Neto que poderia mudar a história do jogo, era mais chamativo, com uma espécie de grafite verde claro e rosa em cima da camisa azul marinho.

O Palmeiras entrou no campo de um Morumbi entupido com 108 mil pessoas com Sérgio; Mazinho, Antônio Carlos, Tonhão e Roberto Carlos; César Sampaio, Daniel, Edilson e Zinho; Edmundo e Evair. A missão era vencer o Corinthians duas vezes: uma para levar o jogo para a prorrogação, já que a primeira partida terminou com vitória alvinegra por 1 a 0, e outra para conquistar o título paulista.

Com gols de Zinho, Evair e Edilson, o primeiro objetivo foi alcançado com certa tranquilidade. O segundo seria mais difícil até que o volante Ezequiel tornou-o mais fácil. Derrubou Edmundo dentro da área e deu de bandeja para Evair a chance de entrar na história. O camisa 9 não a desperdiçou. Tomou distância. Muita distância. Saiu da área. Trotou. Saltitou. Flutuou. E bateu no canto direito do goleiro Wilson. Gol do título. Gol do fim da fila.