Palmeiras e Bragantino romperam contrato com Renan por justa causa após acidente

Renan
Envolvido em acidente com morte, jogador do Palmeiras é detido e polícia faz descoberta (Imagem: Ari Ferreira / Red Bull Bragantino)
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Após um acidente de carro que acabou na morte de um motociclista, o zagueiro Renan teve seu contrato rescindido com o Palmeiras e também com o Red Bull Bragantino. No primeiro clube ele tinha contrato até 2025 e estava emprestado até o final da temporada no segundo.

As informações são do Estadão, que também revelam que a decisão já havia sido tomada no dia da prisão do atleta. O anúncio demorou um pouco, porque os executivos estavam analisando a melhor maneira de romper o acordo.

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Na última sexta-feira (29), o Bragantino concluiu o processo que era necessário. No dia seguinte o Palmeiras conseguiu seguir na mesma linha, optando por encerrar o acordo com o jogador de 20 anos por justa causa. Ambos ressaltam que Renan não poderia dirigir no momento do acidente.

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Sem CNH definitiva, o rapaz estava com a permissão suspensa. Por ora, os advogados do zagueiro resolveram que ele não vai assinar os documentos nesse momento. Logo depois da decisão, a assessoria do craque confirmou a notícia afirmando que “refuta qualquer descumprimento de contrato, tanto em relação ao Red Bull, como em relação ao Palmeiras”.

Assessoria revela que Renan vai focar em sua defesa e na retomada de sua carreira

Renan chegando na delegacia
Preso após acidente, Renan terá contrato rescindido pelo Bragantino (Imagem: Reprodução / TV Vanguarda)
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A equipe do rapaz também afirmou que o atleta “está concentrado em sua defesa e na tentativa de retomar a sua carreira”. No Palmeiras, o jogador chegou em 2015, quando atuou no sub-13. Em 2020 ele foi promovido para o elenco profissional, ganhando destaque com a chegada de Abel Ferreira. 

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A princípio, o carro do jogador invadiu a faixa contrária e bateu com uma motocicleta CG 160 e o motorista morreu no local. Preso em flagrante, craque optou por não fazer o teste do bafômetro. Por outro lado, segundo o 2º sargento Anderson Rodolfo, da Polícia Rodovia Estadual, ele apresentava “hálito com odor etílico”.

Além disso, uma garrafa de bebida alcoólica também foi encontrada perto do carro, porém a perícia ainda vai verificar se há nelas digitais do defensor. Para deixar a prisão e responder pelo crime em liberdade, Renan teve que desembolsar 200 salários mínimos, o equivalente a R$ 242 mil.

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Henrique Carlos
Henrique CarlosApaixonado por televisão e cinema, desde 2009 trabalha com internet. Já passou por grandes veículos de comunicação e teve experiência no rádio. Atualmente estuda para continuar crescendo na área e pode ser acompanhado através do perfil @henriquethe2 no Twitter.
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