Não é só a Série A: times da Série B do Brasileirão acumulam dívidas milionárias; veja o ranking
Veja ranking das dívidas dos 20 clubes da Série B, liderado por Sport, Náutico e Fortaleza, e entenda divergência nos valores.
Os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro também convivem com dívidas milionárias.
Levantamento da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade no Futebol (Anresf), apresentado pela Band em outubro de 2026, coloca o Sport na liderança da relação, seguido por Náutico e Fortaleza.
Os três clubes representam o Nordeste e aparecem à frente de adversários de outras regiões.
A análise tem como referência balanços encerrados em dezembro de 2025 e informações financeiras atualizadas em 2026.
Os valores ajudam a compreender o desafio de manter elencos competitivos e, ao mesmo tempo, cumprir compromissos com credores.
Sport, Náutico e Fortaleza aparecem no topo da Série B

Náutico vive uma crise financeira (Imagem: Rafael Vieira / Náutico)
Na reportagem específica da Band sobre a Série B, o Sport acumula R$ 324 milhões em dívidas.
O Náutico aparece com R$ 291 milhões e o Fortaleza com R$ 276 milhões.
O Ceará também integra a parte superior da tabela, com R$ 217 milhões.
O predomínio de equipes nordestinas não significa que a situação financeira seja uniforme entre elas.
Cada clube possui fontes de receita, prazos de pagamento e obrigações diferentes.
Veja o ranking completo das dívidas da Série B
- 1º Sport: R$ 324 milhões
- 2º Náutico: R$ 291 milhões
- 3º Fortaleza: R$ 276 milhões
- 4º Avaí: R$ 266 milhões
- 5º Ponte Preta: R$ 235 milhões
- 6º Ceará: R$ 217 milhões
- 7º América-MG: R$ 182 milhões
- 8º Novorizontino: R$ 167 milhões
- 9º Vila Nova: R$ 155 milhões
- 10º Goiás: R$ 114 milhões
- 11º Botafogo-SP: R$ 89 milhões
- 12º São Bernardo: R$ 77 milhões
- 13º Athletic: R$ 72 milhões
- 14º Londrina: R$ 44 milhões
- 15º Atlético-GO: R$ 42 milhões
- 16º Cuiabá: R$ 40 milhões
- 17º Criciúma: R$ 30 milhões
- 18º Juventude: R$ 22 milhões
- 19º Operário: R$ 4,2 milhões
- 20º CRB: R$ 0,9 milhão
Por que as dívidas importam para a disputa pelo acesso?
Uma equipe que disputa a segunda divisão precisa administrar gastos com salários, viagens, instalações e contratações.
Compromissos financeiros podem limitar investimentos e reduzir a margem para reforçar o elenco.
Quando há atrasos de pagamentos sujeitos a regras específicas, também podem surgir sanções.
O cronograma de vencimentos, as receitas previstas e os acordos negociados com credores precisam entrar na análise.
A tabela mostra o tamanho do passivo, mas não apresenta sozinha todos esses indicadores.
Sou Manuel Dias, jornalista e redator, com mais de 5 anos de experiência na cobertura esportiva, especialmente no futebol. Tenho atuação como repórter e social media, além de experiência em coberturas in loco nos principais estádios do Nordeste, acompanhando partidas e produzindo conteúdo jornalístico para diferentes plataformas. Insta: @manueldiasoficial


