A ‘nova’ gestão do Corinthians e os conselheiros eleitos

Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves assumirá a presidência do Corinthians, em janeiro de 2021, trazendo consigo muitas similaridades, além do apoio de Andres Sanches, com quem divide algumas ‘sociedades’.
Ambos vivem de serviços que não podem declarar e ostentam dinheiro que a Receita Federal desconhece.
Abominam, também, instituições financeiras nacionais, razão pela qual preferem manter suas economias em paraísos fiscais.
Andres, nas Ilhas Virgens Britânicas, o bingueiro, no Panamá.
Além disso, assim como Sanches em 2007, Duílio entra no cargo máximo alvinegro amarrado com o ‘bicheiro’ Jaça, que contribuiu, com trabalho, mas, principalmente, fornecendo dinheiro para a campanha.
Assim, o contraventor, além de manter o ‘domínio’ sobre o dirigente, o faz também com o time sub-23, que controla, como feudo, há algum tempo.
Parte da base, provavelmente, será negociada com o ‘concorrente’ Augusto Melo, segundo colocado na disputa.
Com relação aos conselheiros eleitos, a chapa ‘Corinthians com Respeito’, o que se trata de grande contrassenso, também foi bancada por Jaça, e se elegeu, ainda que na 7ª colocação (151 votos) entre oito possíveis.
Dentre os 25 ‘carneirinhos’ está Antoine Gebran Filho, precisando salvar as contas da família, Carlos Roberto Elias, que advoga para afamados golpistas do INSS e o ex-goleiro Ronaldo Giovanelli e seus dez anos de condomínios atrasados (três deles com dívida caducada).
As demais são:
Preto no Branco (303 votos): bancado pelos ‘Monteiro Alves’ com a presença de diversos ‘ex-Fora Dualib’, entre os quais o cúmplice de Duílio no departamento de futebol, Eduardo ‘Gaguinho’ Ferreira;
Reconstruir (255): ligada a Mario Gobbi, mas com desfrutáveis notórios, como Carlos Ojeda, mas, ao menos, um nome respeitável, o de Ubiratan Mendonça Junior, a quem, dentre vários, o colunista de arbitragem deste espaço, Euclydes Zamperetti Fiori, afiança honestidade;
Renovação e Transparência (231): grupo obviamente ligado a Andres Sanches em que está incluído, entre várias ‘vacas’ de presépio, o atual diretor de finanças, Matias Ávila.
São Jorge (180): bancada por Augusto Melo, a chapa tem Valmir Costa e Claudinei Alves, dois de seus sócios em esquemas de jogadores, além do ‘Mancha Verde’ Rogério Pulga, notório negociador de ingressos paralelos, e Marcelinho, braço direito de Rubens Gomes, o Rubão.
Tradição Corinthiana (169): formada pelas sobras do submundo alvinegro;
Liberdade Corinthiana (164): com discurso independente, prometendo brigar pelo voto do sócio torcedor, tendo entre seus integrantes nomes polêmicos, como os de Herói Vicente e o apresentador Neto, alguns membros do judiciário, além da ótima Suzy Miranda, porém, em contrapartida, o péssimo Antônio Cravero, que participou, tempos atrás, de problemas da gestão Sanches que agora diz combater e, recentemente, do acordo que jogou a votação das contas do atual presidente para depois do pleito;
Corinthians com Respeito (151): bancada pelo bicheiro Jaça, com descrição no corpo da postagem;
Valores Corinthianos (147): ligada a Gobbi, com o notório golpista Sérgio Janikian, o ex-diretor das finanças ‘maquiadas’, Raul Corrêa da Silva, o médico investigado Jorge Pagura, entre diversos lamentáveis.
Vale a pena destacar, também, a derrota da chapa bancada pelo ‘171 do Vale do Paraíba’ e a lanterna, humilhante, do grupo de Ricardo Maritan (vice de Augusto), indicando bem seu tamanho político no Parque São Jorge.

 

Fonte: Blog do Paulinho