Muitos no mundo do futebol compararam
Diego Armando Maradona ao Rei Pelé.
Mas Maradona nunca foi Pelé realmente.
Maradona era corpo e alma de outro Deus brasileiro.
Um Deus chamado Mané Garrincha.
Maradona que possuía a imprevisibilidade em campo de Garrincha.
Os dribles erráticos e inimagináveis no gramado.
A magia do tango em noventa minutos – como tinha Garrincha a magia do samba também.
Ambos ganharam uma Copa quase solitários.
Desafiando o planeta antes das finais.
Finais que nunca viram seus gols.
Ambos desfilaram suas vidas de meninos miseráveis pelos palcos endinheirados.
Artificies e vítimas das drogas lícitas e ilícitas.
Ambos foram amados – muito mais que Pelé por seus compatriotas.
Pois eram símbolo da alma da gente humilde das gerais.
Dois descamisados.
Dois moleques de dois países que de tão ricos geram pobres mortais.
Triste ver que partiram tão cedo.
Triste entender que foram ceifados pela roda vida da miséria.
Miséria da infância que não entra em campo.
Miséria da infância que não abandona nem mesmo os deuses do futebol…
Fonte: Blog do Paulinho
Port publicado em novembro 27, 2020
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