Ontem (26), 48 horas antes das eleições do Corinthians, o presidente Andres Sanches vazou à imprensa que, finalmente, teria acertado os termos de novo acordo com a CAIXA para pagamento dos mais de R$ 500 milhões devidos, em empréstimo, para construção da Arena de Itaquera.
Oficialmente, porém, não existe contrato assinado.
O anúncio faz lembrar os de eleições passadas, em que parcerias nunca concretizadas com Ronaldo ‘Fenômeno’, também pouco antes do pleito, foram dadas como certas.
A Caixa ainda analisa a proposta do Timão.
Se aceitá-la, o que sequer deverá ocorrer em 2020, os termos desmentem o próprio Sanches, que prometeu quitar a dívida em cinco anos, mas alongou-a em mais doze anos, de 2028 para 2040.
As contas apresentadas, em parcelas obviamente menores – pela extensão do prazo e a amortização dos naming-rights, não serão tão fáceis de serem quitadas como quer fazer entender a diretoria alvinegra.
Além do acréscimo de mais de uma década de juros, juntar-se-ão às parcelas do estádio as demais dívidas do clube, que aproximam-se de R$ 1 bilhão, sem contar outras mais, que sequer foram contabilizadas no balanço alvinegro.
Ou seja, para a parcela se ajustar, ainda com grande dificuldade, se faz necessário uma política administrativa inédita nos últimos 14 anos, em que o grupo de Sanches, ano a ano, endividou, com gravidade, os caixas do clube.
Fonte: Blog do Paulinho
Port publicado em novembro 27, 2020
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