Nike deve retornar cabedal da 1ª geração da Hypervenom, e Neymar pode descartar chuteira híbrida

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[[imagem36360]] Temos falado por aqui no Guia do Boleiro há pelo menos 8 meses da dificuldade e não adaptação dos atletas da Nike com a segunda geração da Hypervenom. Entre eles está o principal e o jogador cuja chuteira foi feita para as especificações exigidas por ele próprio: Neymar. Diante dessa dificuldade, algumas imagens da Nike mostram que a marca norte-americana deve retornar com o cabedal para primeira geração da Hypervenom e vários atletas já estão com ela no pé.

Os jogadores Sturridge, Kane, Volland e Ross Barkley (foto de sua chuteira acima) foram clicados com as cores da atual coleção das chuteiras da Nike, mas com o cabedal da Hypervenom 1, que é feito em Nike Skin mais duro e que esteticamente se parece com um favo de mel. Ou seja, se a Hyper I havia sido aposentada para a entrada da geração II, não teria como esses jogadores estarem usando cores da coleção atual numa chuteira antiga. [[imagem36364]]

Além das imagens desses jogadores, um vídeo da Nike mostrando o funcionamento da tecnologia Anti-Clog (cena do vídeo na foto abaixo), que teoricamente impede o acúmulo de lama na sola da chuteira, mostra também o retorno do cabedal da Hypervenom I. Esses dois fatos já são mais do que indícios de que a Nike vai voltar definitivamente com o favo de mel? 

A inovação, e que depois se mostrou um problema, da Hypervenom II é que ela trouxe um cabedal em Nike Skin muito mais macio que a primeira geração (veja comparação na imagem abaixo). A Hyper I já era macia e com um toque parecido com um couro natural bem macio. Agora, a Hyper II talvez tenha vindo mole demais e isso não tenha tido sucesso com os jogadores e com o jogo brusco do futebol. [[imagem36365]]

Muitos jogadores que haviam adorado a Hypervenom I acabaram deixando de lado a segunda geração, casos de Lewandowski e Thiago Alcântara, que migrou para a Tiempo. No entanto, a principal baixa foi Neymar, cuja Hypervenom, como já foi dito, nasceu e foi feita de acordo com os pedidos do brasileiro para os técnicos da Nike.

Durante alguns jogos do Barcelona, Neymar chegou a trocar no meio da partida a Hyper II pela Mercurial, e depois deixou de lado de vez a “chuteira predador”. Com esse duro golpe para a Nike, a marca norte-americana fez uma chuteira híbrida para o camisa 11 do Barcelona, com o cabedal de couro sintético da Mercurial Vapor cano baixo, mas com o solado e o design da Hypervenom II, o que visualmente poderia mostrar que ele continuava utilizando o modelo. [[imagem36362]]

Agora, no entanto, tudo pode mudar. Caso a Nike realmente retorne com o cabedal da primeira geração para seu modelo Hypervenom, existe a possibilidade de Neymar voltar a utilizar sua chuteira na forma “pura”. Além dele, outros atletas que deixaram o modelo de lado podem também retornar ao modelo que foi sucesso em 2013 e 2014, mas que ficou em baixa no último ano.

Diante de tantas inovações que a Nike trouxe para o mercado do futebol nos últimos anos, alguns produtos que tendem a ser ultrapassados por novas tecnologias às vezes precisam retornar. Poucas coisas voltam, na verdade. A chuteira Total 90 era adorada pelos boleiros, mas parecer ter sido de vez aposentada. A empresa de Oregon trouxe o cabedal em cano alto, o tecido tricotado (que na verdade a Adidas apresentou ao mercado semanas antes), travas mais afiadas, entre tantas inovações, mas existem produtos que precisam ser continuados. É o caso da Mercurial Vapor (cano baixo), que está há décadas no mercado e é adorada por muitos boleiros. Essa deve permanecer por muitos anos ainda. A Hypervenom favo de mel, por sua vez, deu muito certo, e, se a Nike retornar com ela, vai agradar a muitos atletas profissionais e amadores.

E você, leitor, o que acha desta discussão? Gosta desse modelo? O que a Nike deveria fazer?

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