Candidato à presidência da Fifa defende patrocínios em camisas de seleções

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Com o fim do prazo de inscrições para a eleição à presidência da Fifa, os candidatos começam a divulgar suas ideias para a administração da entidade. E um deles, o sul-africano Tokyo Sexwale, já provocou polêmica ao sugerir que, se vencer a disputa marcada para fevereiro de 2016, irá liberar os patrocínios nas camisas das seleções nacionais.

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"Temos que explorar seriamente a possibilidade de incluir nas camisas o logotipo de um patrocinador principal, e não apenas a marca da fornecedora de material esportivo, como é o caso atualmente. Há margem para obter valores na casa dos milhões de dólares, que seriam destinados diretamente aos cofres das federações nacionais", afirmou Sexwale.

A ideia de liberar os patrocínios nos uniformes de seleções pode fortalecer a candidatura do sul-africano e ajudá-lo a conquistar votos importantes, já que significaria um aumento considerável nas receitas das federações. Além disso, ele já indicou também que gostaria de redistribuir a quantidade de vagas de cada continente na Copa do Mundo e até aumentar o número de vagas no torneio.

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O patrocínio de camisa chegou com força ao futebol na década de 80 e hoje é uma das principais fontes de receita de clubes do mundo todo. No caso das seleções, a Fifa nunca autorizou a inclusão de logomorcas nos uniformes de jogo, mas ainda assim grandes seleções como Brasil, Alemanha e Inglaterra, entre outras, já arrecadam milhões de dólares com os patrocínios nas camisas de treino e de passeio usadas pelos jogadores.

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