Under Armour, Puma, possíveis processos,… Caso São Paulo e sua nova fornecedora esportiva

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Esta semana foi recheada de reviravoltas sobre qual será o novo fornecedor de uniformes do São Paulo. No começo do mês, alguns jornais cravaram que a Under Armour já entraria como parceira do clube paulista em maio, mas o Guia do Boleiro ouviu da diretoria do time que o contrato com a Penalty seria cumprido até o final de 2015 (mesmo que Ceni e Luís Fabiano tivessem sido clicados usando chuteiras da Under Armour).

Agora, nesta semana, mais informações estão sendo veiculadas por diferentes sites. O site Globo Esporte cravou na última quarta-feira que a UA fechou com o São Paulo com um contrato de cinco por R$ 135 milhões (R$ 75 milhões em dinheiro, R$ 15 milhões anuais; e R$ 60 milhões em material esportivo, R$ 12 milhões por ano). [[galeria]] Um dia depois, no entanto, a Máquina do Esporte divulgou que o São Paulo já tem um pré-contrato com a Puma, assinado em setembro pelo presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, e o CEO da Puma, Fabio Espejo. Nesse pré-contrato, constaria que a Puma iria pagar a multa rescisória para que pudesse vestir o São Paulo a partir de janeiro.

Ainda segundo informa o veículo, caso o São Paulo anuncie a Under Armour como nova parceira, o documento pode ser usado pela marca alemã para acionar a Justiça e exigir que ela seja a fornecedora do time paulista.

Na quarta-feira, Aidar deu uma entrevista coletiva claramente transtornado com o ambiente atual na diretoria do São Paulo, chegando a gritar e bater na mesa. O epicentro do furacão tricolor deve-se a suspeitas de ganho de comissão por negócios intermediados entre o clube e sua namorada, Cinira Maturano. Em um deles, Cinira teria acertado a vinda da Puma e receberia 20% de comissão pelo contrato, como também informa a Máquina do Esporte.

Ainda nesta entrevista coletiva, convocada pelo próprio Aidar, o mandatário disse que a Puma não ofereceu as melhores condições comerciais. Por esse comentário, pode-se deduzir que talvez o clube paulista possa mesmo ter feito esse contrato com a marca alemã, mas poderia ter sido seduzido depois por cifras melhores propostas pela Under Armour.

O Guia do Boleiro tentou contato com a Under Armour, mas não obteve resposta até o momento. Diante de tudo isso, o que realmente deve acontecer é uma entrada de um novo fornecedor antes do término do contrato com a Penalty previsto para o fim de 2015. Além dessas informações, o fato de o próprio Rogério Ceni não ter comparecido no evento de lançamento de sua camisa comemorativa (ex-despedida dos gramados) e até o lançamento antecipado das novas camisas do São Paulo feitas pela Penalty para 2015 mostram que a marca brasileira deve se despedir em breve do Morumbi.