Marcas aposentam chuteiras com placas de contato e priorizam maciez

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As principais marcas do futebol estão sinalizando para uma aposentadoria das chuteiras com placas rígidas na região do contato com a bola e focando em produtos macios. Nike, Puma e Adidas vêm desde o ano passado abolindo esse modelo que era tido como revolucionário há alguns anos.

Na última sexta-feira, a Nike lançou a última edição da CTR 360, que tinha Iniesta como garoto-propaganda, com um modelo todo preto. Antes da Copa das Confederações em 2013, a marca apresentou a Hypervenom, de Neymar, e extinguiu a Total 90. Os dois modelos abolidos tinham na região de contato mais frequente com a bola pequenas placas de um material mais rígido. [[galeria]] O mesmo se observou para a chegada da EvoPower, da Puma. A marca alemã introduziu o novo modelo e tirou das prateleiras a Powercat em janeiro deste ano. A EvoPower ainda possui as placas, mas são internas e menos volumosas. Voltando ainda mais no tempo, no começo de 2013, a Adidas reformulou bastante a Predator, retirando as chapas rígidas e introduzindo um material mais macio, nos pontos que chama de zonas letais.

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Para todas essas mudanças, o que se viu das marcas foi um retorno à priorização da maciez do equipamento mais importante para o atleta. A Flyknit Magista é o maior exemplo disso. A nova chuteira da Nike com cabedal feito em malha tricotada tirou do mercado uma chuteira cheia de “armaduras”.

Além das três maiores marcas do mercado, outras empresas ligadas ao futebol ainda possuem chuteiras com as chapas de contato, como a Mizuno Wave Ignitus e a Umbro GeoFlare.